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RENEGADO: Preso sem provas pela Polícia Federal

Por Pensamentos Imperfeitos Publicado em 05 de dezembro de 2018 Atualizado em 18 de agosto de 2026 12 min de leitura
Capítulo à parte
Tive que fugir da ordem cronológica. Vejo a ascensão de pessoas arbitrárias ao posto de heróis brasileiros. Gente que despreza as leis e faz valer apenas suas vontades. Pessoas que não se importam em acabar com a vida e a família de muitos, para que a massa da população continue achando que elas são ícones.

Ícones de que? Da moralidade? Do combate a corrupção? Muito legal combater a corrupção ganhando três ou quatro vezes o teto constitucional de salários. A lei parece que serve para todos, menos para eles…que fazem cenas comoventes se uma tal de “lei do ABUSO DE AUTORIDADE” for levada adiante pelo Congresso. Fiquei com o coração na mão, quando vi a equipe dizer, que “se a lei for aprovada, nós iremos parar com as operações”. 

É para rir??? Mudou a regra agora?? O indivíduo fica tristinho, faz birra e devolve o trabalho inacabado? Fala sério!!! São ídolos de quem não os conhece, que no caso é 95% da população. Perguntem a qualquer advogado militante o que ele acha desses caras, que ficará claro como os ABUSOS acontecem o tempo todo.
Não é achismo não. Aconteceu comigo. Sim…prisão…destruição de vidas… Porque minha vida foi destruída naquele dia 25 de Novembro de 2010, quando entraram na minha casa às 6 da manhã. Tinham mandados. De busca e de prisão preventiva. Prisão? Sim! Perguntei ao delegado, que segundo ele próprio tinha nome de hambúrguer:
“Mas é sobre o que, isso?”
Não me informaram nada. Fui levado. Fiquei custodiado na sede da Polícia Federal do Rio de Janeiro durante todo aquele dia. Não fui ouvido. Ninguém me perguntou nada. Ninguém me disse nada. Os autos não estavam acessíveis aos advogados do Sindicato, que me prestou apoio total o tempo inteiro. Simplesmente, eu nada sabia sobre a minha própria atuação na ORCRIM (Organização Criminosa) a qual eu estava sendo acusado de pertencer.
Olhava em volta. Perguntava a colegas sobre o que se tratava. Ninguém sabia. Tive a impressão que estava dentro do livro de Franz Kafka, “O Processo”. Era exatamente aquilo. O superintendente apareceu e disse para mim que era um grande engano o que estavam fazendo comigo. Palavras dele para um interlocutor que se encontrava próximo de mim:

“Vocês estão errando de forma extrema. Esse rapaz jamais percebeu vantagem financeira indevida em nada!”.

Obrigado Superintendente! Agradeço, mas de nada adiantou. O dia ia acabando, quando eu soube que, junto aos outros 22 presos na “operação”, seria enviado para o complexo de Bangu. Ia para uma prisão de segurança máxima. Bangu 8. Sem vergonha de admitir, as lágrimas corriam sem parar desde que havia chegado à própria Superintendência.
Deslocamo-nos para o ônibus, onde um policial gritou com todos que ali estavam, pedindo “colaboração”, para que não houvesse tumulto. Saímos em silêncio da Praça Mauá e fizemos uma parada no Instituto Médico Legal. Exame de corpo de delito. Abaixa a calça. Agacha. Levanta a camisa. Fica de costas. Liberado. Um “belo e profundo” exame. Ainda hoje sinto angústia ao passar por ali, geralmente quando vou ao Maracanã.
Minutos sem fim no ônibus…chegamos ao Presídio Bangu 8. Difícil acreditar…Havia uma burocracia de recebimento e logo fomos encaminhados às celas. Sim. Cela. Tranca. Cadeado. Cama de alvenaria. Está bom para você, que acha que tem prender todo mundo e que o Super Ministro é herói? Eu estava meio que em choque. 
Era coordenador do Núcleo de Imigração da Polícia Federal em Niterói. Estava tudo bem. Éramos a 5a unidade mais eficiente do Brasil. E eu cumpria aquela missão havia três anos e meio. 
Um calor insuportável debaixo daquele concreto. Os ventiladores que existiam na cela, eram dos presos que já estava lá. Primeira noite infernal. A terrível sensação de que ficaria ali para sempre. Ao mesmo tempo, achava que alguém ia descobrir um engano a qualquer momento e apareceria para me tirar de lá. Pensava na minha família. Nos meus três filhos, que me viram ser tirado de casa pela polícia da qual eu mesmo faço parte. Morava num apartamento de 48 metros quadrados, há 20 anos. De aluguel. Os três filhos no mesmo quarto. Dava aulas para complementar o salário de policial. A cidade inteira me conhecia como Professor Sandro. Não…alguém tinha que me descobrir no meio daquilo tudo.
Amanheceu e eu nada comi…Havia sim, pão com manteiga e café com leite. Mas eu não tinha forças para comer. Para fazer nada, na verdade. Tinha levado uma bíblia e a lia avidamente, como se o livro pudesse me explicar o que estava acontecendo ali. Eu seria batizado no dia 28, na igreja presbiteriana de Icaraí, conhecida como Betaninha. Foi uma época na qual eu estava muito envolvido com aquela comunidade, onde fiz grande amigos.
Veio o almoço e eu estava estático. Só bebia água, para sobreviver àquele calor terrível. E numa dessas idas ao bebedouro, fui interpelado por dois internos:
“Qualé cumpadi?”
” Fala aí?!”

“Quem é você, rapá? Nenhum dos outros presos te conhece!!! Disseram até que tu tem projeto social!! Tu é X9?”

“Rapaz, eu também queria saber porque eu tô aqui”
Respondi, já ajeitando o corpo para me defender, pois a atitude corporal dos “colegas” era de quem estava prestes a entrar numa pancadaria. Mas não precisou. Um dos policiais federais presos comigo na operação chegou dizendo:
“Calma aí, pessoal! O cara é gente boa. Veio de bucha. Fizeram uma covardia com ele!”
Depois disso os caras me deixaram meio em paz. Até passaram a me defender nos corredores da cadeia. Afinal, injustiçados reconhecidos entre os próprios presos são pessoas diferentes ali dentro. Mas isso não fez com que eu buscasse me adaptar à rotina da prisão. Muito pelo contrário. Imerso em leituras, pouco saía da cela. Só quando algum colega aparecia para me ver. E foram muito poucos. Dias antes eu era um dos agentes federais mais procurados do RJ, para “desenrolar” passaportes para colegas de todas as categorias. Naquele momento, eu soube depois, muitos desses faziam piada com o fato de eu estar preso.
Minha família foi me ver no dia de visita. Foi terrível. Duas semanas antes da minha prisão eu havia lançado meu segundo livro, “FEDERAL, uma história de polícia”, na Câmara Municipal de Niterói. Na ocasião, ganhei duas medalhas, propostas por dois vereadores diferentes, que não sabiam da iniciativa um do outro. Centenas de pessoas foram me prestigiar. Amigos e seguidores, pois eu já era bem conhecido por conta desde mesmo blog. Meus pais subiram aos céus de tanto orgulho.
Uma das medalhas era por serviços prestados à sociedade de Niterói, por conta do projeto social Geração Careta. A outra era dada a escritores da cidade. Uma bela noite. Quinze dias depois, eu estava encarcerado em um presídio de segurança máxima. Tristeza demais. Ainda mais por não saber as razões reais que me levaram até ali.
Acabei conhecendo os internos. Suas histórias e suas famílias. Alguns presos “chiques”, como Salvatori Cacciolla e outros que ganharam notoriedade pela crueldade e psicopatia. Eles mantém uma rotina regular. Fazem exercícios e tentam combater o ócio, da forma que podem. Alguns leem de forma sobrenatural e têm uma inteligência aguda. Fiquei amigos de vários, que, invariavelmente, falavam sobre as condutas que os levaram até ali.
Minha alimentação estava precária. E não era porque eu estava querendo fazer greve de fome não. Era porque eu não conseguia comer. Acabava ingerindo alguma coisa quando minha família ia me visitar…duas vezes por semana…Emagreci de forma exponencial e tive a sorte de não ficar doente. Existe uma máxima na cadeia que é: “Não fique doente! Se ficar, pode morrer no hospital penitenciário!”. Talvez por eu ter tomado uns oito litros de água por dia, meu organismo se defendeu bem da baixa ingestão de nutrientes. Não sei.
Difícil sem saber por que estava preso. Pior ainda quando soube. Fui acusado de “vazar” informações de operações de monitoramento da Polícia Federal, para os alvos das mesmas. Nossa!! Que facínora!!! Seria mesmo, se tal acusação não fosse tecnicamente inviável. E quem assinou o relatório sabia disso. As operações de monitoramento são chefiadas por delegados de polícia federal, geralmente com dois ou mais policiais, que fazem efetivamente as “escutas”. Nem os chefes de delegacia conhecem os alvos monitorados, uma vez que eles mesmos podem ser um desses alvos. Supondo que o APF Sandro tivesse a firme intenção de passar informações sobre essas operações, isso só seria possível se ele  (EU) participasse delas. No entanto, eu estava há três anos e meio como coordenador da Imigração. Nem em Operações eu estava trabalhando. 
Outra coisa que me chamou a atenção no processo de “convencimento” para que a Juiza desse o mandado de prisão, foi citar os bens incompatíveis dos presos. Minha ficha estava na posição 13 ou 14 do relatório. Eram 23 ao todo. Obviamente, qualquer pessoa que lesse aquilo, vendo o primeiro, o segundo, o terceiro, com bens, imóveis e carros, não ia reparar que na ficha do APF Sandro não constava nenhum bem. Tinha um Palio Trekking 2008 financiado em muitas vezes e uma scooter. Nada mais. Morava num apartamento alugado em um condomínio popular em Niterói. Quem iria prestar atenção nisso, afinal?
Soube também que colegas de Brasília espalhavam pelos corredores que eu desviava dinheiro da ONG Geração Careta. Interessante é que o projeto social mencionado não era ONG. Era uma iniciativa cidadã, sem CNPJ, na qual alguns caras faziam uma ideia sair do papel para a realidade. Dinheiro não circulava ali.
Complexo ver em um processo de muitos volumes, seu nome ser citado em duas páginas e ainda assim o “colega” que está investigando pedir sua preventiva. Mas não me espanta não. Não fui o primeiro nem último a sofrer com a emissão desses mandados de prisão preventiva sem o menor critério. Muitos e muitos e muitos antes de mim foram presos sem provas, apenas para “compor enredo” de algumas operações. E isso acaba revertendo em custos para o Estado, pois os prejudicados ganham sem parar ações por dano moral, por conta das trapalhadas dessa turma que enxerga unicórnios e duendes pelo mundo.
Expressões ridículas em relatórios do tipo:
“Causa estranheza, o APF Fulano ter continuado a conversar com o APF Sicrano (Investigado), mesmo após a saída da roda de conversa dos outros policiais que lá estavam”
Acreditem…o Procurador da República, baseado nesta informação pediu o indiciamento do APF Fulano, coisa que só não aconteceu, porque o chefe da Delegacia de Niterói na época ignorou o MPF solenemente, por enxergar que não havia NADA para o indiciamento. Pior é um policial federal, em tese, de Inteligência, fazer um relatório desse nível.
Mais tarde, esse mesmo delegado mandou arquivar todos os procedimentos disciplinares contra mim e ainda escreveu que meu caso foi um “grave erro do Departamento de Polícia Federal”. O relatório do COAF, que analisou minhas movimentações financeiras desde que entrei na Policia Federal foi contundente:
“Nenhuma irregularidade ou movimentação suspeita”
Minha advogada Victória Suloki entrou com o pedido de HC e sustentou oralmente no dia 14 de dezembro de 2010. Dia do aniversário do meu filho Santhiago. Ganhamos por unanimidade e o desembargador registrou duas coisas importantes:
“Não quero crer que o Ministério Público pediu a prisão de um cidadão, pelo simples fato dele ter atendido ligação de um investigado.”
“Não vou trancar a ação nesta data, na esperança de que a Polícia Federal justifique a prisão desse cidadão”
Saí de Bangu 8 no dia 14 mesmo. Os colegas chegaram fora de hora e exigiram que me soltassem, o que estava proibido pela administração penitenciária. E assim foi feito. Cheguei em casa pela manhã, já no dia 15, para enfrentar épocas nas quais o medo imperava na minha vida. A máxima de que “basta ser honesto, que nada lhe acontece” não havia funcionado comigo. Eu passei meses achando que iam voltar e me levar novamente. Pesadelos sem fim. Até porque lembrar da prisão, como ela é, já traz pesadelos sem estar dormindo. Durante a noite, são gritos sem fim e bateções de grades. Cenas de terror intenso.
Entre dezembro de 2010 e maio de 2012 respondi a um processo que nunca me chamou para ouvir minhas alegações. Nunca respeitou procedimentos legais de qualquer espécie. Até que em maio de 2012, minha heroína Victória entrou com um pedido de Habeas Corpus para trancar a ação por ausência de justa causa. Ganhamos novamente, por unanimidade. O MPF sequer recorreu. E o inferno de papel teve fim. Sim…apenas o de papel.
O Sandro que eu era antes daquele dia 25 de novembro de 2010 se foio para sempre. Enterrado naquelas toneladas de concreto do complexo de Gericinó. Perdi completamente a fé nas investigações de todas as polícias. Faço pouco caso do Ministério Público, achando-o desprezível. Minha relação com a Polícia Federal, que já era difícil, ficou inexistente. Isso explica minha dificuldade em me readaptar a essa instituição, que não tem a menor responsabilidade sobre vidas como a minha.
A depressão veio de forma avassaladora. Família atingida e convulsionada. Filhos incrédulos e revoltados. Afinal, eu estava também sendo acusado de enriquecimento ilícito. Onde estava o infeliz do meu dinheiro, então? Investigaram meus pais, minha irmã, meus sogros, cunhados…reviraram tudo…e ainda fico sabendo até hoje de “colegas” que dizem:
“Aquele Sandro lá um dia vai cair!! Um dia ele vai cometer um erro e vamos nele!!”
Estou às ordens…Poucos policiais neste departamento têm a vida mais exposta do que eu…Enfim
Nosso histórico é lamentável…
Operação A: 43 presos, 18 condenados
Operação B: 41 presos, 6 condenados
E tem a C, a D…a Z…
Sempre um mundo de gente que é presa e não é condenada…Prendem para investigar…e acabam com a vida da pessoa…

Eu até hoje estou renascendo a cada dia que vivo…coisa que pessoas como o reitor na Universidade Federal de Santa Catarina não pode mais fazer, vencido que foi pela tristeza que fez com que ele tirasse a própria vida. Assim como tantos outros.

E me envergonho ao perceber uma sociedade que desconhece os abusos de juízes, procuradores, promotores e policiais…Sim…Vocês idolatram os caras errados…
E agora, ainda mais…

Sobre este texto

Conteúdo autoral e opinativo, escrito a partir de experiências e leituras pessoais do autor. Reprodução permitida desde que citada a fonte e mantida a integridade do texto.

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12 comentários

  1. Você não comento e sim fez um livro da verdade e concordo em quase todo teor porém com coragem podemos melhorar esse pensamento

  2. Deus só dá grandes batalhas para grandes guerreiros.
    Quero lutar ao seu lado ATÉ O FIM.
    Que Deus abençoe você e sua família Sandro.
    Continue sendo exemplo e a inspiração para muitos ao seu redor.
    Que o GERAÇÃO continue para todo o sempre.

  3. Incrível seu relato!!! Infelizmente isso acontece todos os dias em nosso país e sistema Polícial!!! Fico feliz por vc estar conosco novamente, um lugar de onde vc nunca deveria ter saído!!! Te conheço a 22 anos e tenho certeza que vc sempre foi exemplo!!! "Amigos"somem nessas horas mas os verdadeiros amigos estão sempre juntos!!! Vc é o cara parceiro!!! Tmj independente de qualquer coisa!!! Fique com Deus e desfrute a sua vida com seus amigos e sua linda família!!! Bj no coração!

  4. Sandrão,não tenho como imaginar o que vc passou mas tenho uma certeza: Vc foi injustiçado e superou ou está superando tudo isso com a inteligência que Deus te deu. Os verdadeiros amigos e a sua linda família estarão sempre com Vc!! No final é com quem podemos contar!!! Fique com Deus e bola pra frente parceiro !! A vida é cruel e não para…nós é que não podemos nos entregar!!! A história não fala dos covardes e é por isso que vc é adorado no meio das pessoas do bem!! Viva seu sonho irmão …Bj no coração! Tmj fredão

  5. Sem palavras, irmão. Há alguns anos já falei com você sobre esse evento. Nem quero imaginar a frequência com isso ocorre. Força, meu camarada.

  6. Sandro, sou eu Sérgio Advogado ex-Sindicato da PF, eu sei o que é covardia, fui demitido e abandonado pelo Sindicato da PF, respondo a duas Ações Penais no legítimo exercício da função de Advogado, defendendo um A.Adm da PF, em uma petição para um dos juízos criminais da Av.Venezuela e junto a 10 vara Federal do DF, tendo em vista que alguém mandou para o CNMP,sem meu conhecimento. Conclusão respondo aqui no Rio e em Brasília, por injúria e denunciação caluniosa, a OAB/RJ foi complicada na defesa, estou sendo defendido por Advogados de Belo Horizonte. Resumindo não consigo colocação, emprego, ser contratado pelas prefeituras pois tenho experiência, pois agora estou "mal visto pelo MPF, tendo em vista que a petição atacava a parcialidade de um procurador da República, que contra ele não deu nada, mas contra este que lhe escreve, tudo conquistado em 30 anos de profissão, teve que ser desfeito, desde a simples venda de auto, até a venda de duas salas e a falência de uma sociedade de Advogados, trabalhava com muito amor pelo Sindicato e pelos servidores. Se Jesus Cristo foi traído, sem ressentimentos, sem problemas vida que segue.

  7. O que vc passou foi terrível. Aqui em Manaus prenderam um PF. Acusando que seria o "braço armado do cartel de combustível. Passou preso nas dependências da PF. Eu presidente do Sinpef/AM.`a época comprei briga com todo mundo p provar inocência do mesmo e tivemos êxito. E, na verdade todos viram as costas p vc.Só os amigos de fé ficam.Até hoje o pedido de prisão foi aceito pelo motivo de acharem que ele era realmente o segurança do grupo. Nenhum delegado assumiu até hoje essa bronca. Enfim na PF só o forte sobrevive. Vc é um desses guerreiros. Tens meu respeito.
    M

  8. Não culpo nem a polícia mas sim o nosso cancer, esse judiciário sem limites, que não respeita as instituições, as pessoas. Invadem sua casa desgracam sua familia, depois não tem o que explicar. Parabéns pela sua atitude, agentes públicis sensatos que precisamos.

  9. Infelizmente meu caro, está sendo assim, estado de exceção. Prendem primeiro, chamam a grande mídia, que faz espetácularizão, chegando primeiro ate que os agentes, os hipócritas de plantão " gritando " vai ladrao, na porta da sua casa, e depois… Até quando?

  10. Infelizmente meu caro, está sendo assim, estado de exceção. Prendem primeiro, chamam a grande mídia, que faz espetácularizão, chegando primeiro ate que os agentes, os hipócritas de plantão " gritando " vai ladrao, na porta da sua casa, e depois… Até quando?

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